O
time brasileiro, representado pelo Colégio Amorim de São Paulo, passou sufoco
no primeiro quarto da partida, perdendo os dez minutos iniciais por 11 a 15. No
segundo quarto, o jogo ficou mais equilibrado e se manteve empatado quase todo
o período. Mas, mesmo com o Brasil trabalhando mais as jogadas e diminuindo a
diferença estabelecida pelas chilenas, quando o árbitro apitou o final do
segundo quarto, o placar ainda favorecia as visitantes, marcando 22 a 24.
A
história se repetiu no terceiro quarto, com a liderança do Chile, por 37 a 34,
para a alegria dos torcedores estrangeiros que, apesar de estarem em pequeno
número, fizeram muito barulho. O ginásio só passou a ficar mais silencioso no
último período do jogo, quando as brasileiras passaram a utilizar mais o
contra-ataque e as cestas de três pontos, que foram fundamentais para reverter
o ritmo do certame.
As
chilenas esmoreceram após o Brasil conseguir colocar cinco pontos de frente, e
deixaram de chegar tão facilmente ao ataque ao encontrar uma marcação mais
dura. Nas poucas oportunidades que as visitantes tiveram de segurar o jogo, demonstravam
nervosismo, errando a maioria dos lances, e o Brasil aumentou a vantagem. O placar final foi fechado em 55 a 44, para a
alegria das meninas da equipe canarinho, que fizeram valer o famoso ditado
popular nacional: “Eu sou brasileiro e
não desisto nunca”.
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